De 21 a 25 de setembro, a Mariápolis Ginetta, em Vargem Grande Paulista (SP), sediou o congresso “O Carisma de Chiara Lubich a serviço da Igreja e da humanidade”, com a participação de mais de 100 pessoas, entres bispos, padres e religiosos.

Diversos foram os momentos marcantes, dentre eles a meditação sobre a primeira palavra que o papa Francisco doou ao Movimento dos Focolares: “Contemplar” associada ao famoso texto de Chiara Lubich – “A atração dos tempos modernos”: “Hoje é urgente que toda a Igreja seja contemplativa, mas aquela contemplação que Chiara nos ensinou: ‘eis a grande atração dos tempos modernos, viver na mais alta contemplação mergulhado na humanidade, homem ao lado do homem'”. Momentos verdadeiros de Paraíso!’

Continuando a programação do Congresso, foi apresentada aos participantes a segunda palavra que o papa Francisco confiou ao Movimento dos Focolares: “Sair”. Francisco dizia que era necessário seguir verdadeiramente o Cristo, que foi o primeiro a “sair”: saiu do seio da Trindade para se tornar “carne” e assim redimiu toda a humanidade. Também nos Estados Unidos, na canonização do Pe. Junípero Serra, Papa Francisco dizia: “Padre Junípero Serra soube viver aquilo que é ‘a Igreja em saída’, esta Igreja que sabe sair e ir pelas estradas, para partilhar a ternura reconciliadora de Deus”. Os participantes do Congresso puderam conhecer experiêcias de Pe. Vilson Ghoh, Pe. Rentato Chiera, Pe. Chisthian Hain, Ir. Maria Inês e tantos outros sobre “sair” ao encontro das periferias existenciais: com os dependentes químicos, as favelas, as missões em realidades muito difíceis.

Finalmente a terceira palavra: Inovar. “São João Paulo II, na Carta apostólica Novo Millennio Ineunte, convidava a Igreja inteira a tornar-se ‘casa e escola de comunhão’, e vós, membros do Movimento dos Focolares, seguistes com seriedade esta exortação. Como exige o Evangelho, é preciso formar homens e mulheres novos e, para tal finalidade, é necessária uma escola de humanidade à medida da humanidade de Jesus. Sem uma adequada obra de formação das novas gerações, será ilusório pensar que se pode realizar um programa sério e duradouro ao serviço de uma humanidade renovada. A seu tempo, Chiara Lubich tinha cunhado uma expressão que permanece de grande atualidade: hoje – dizia – é preciso formar ‘homens mundo’, homens e mulheres com a alma, o coração e a mente de Jesus e, por isso, capazes de reconhecer e de interpretar as necessidades, as preocupações e as esperanças que cada homem alberga em seu coração. Amadas irmãs e amados irmãos, formulo-vos bons votos a fim de que este vosso Encontro produza frutos abundantes; e agradeço-vos o vosso compromisso generoso”. rio pensar que se pode realizar um programa sério e duradouro, ao serviço de uma humanidade renovada.

A seu tempo, Chiara Lubich tinha cunhado uma expressão que permanece de grande atualidade: hoje — dizia — é preciso formar «homens-mundo», homens e mulheres com a alma, o coração e a mente de Jesus, e por isso capazes de reconhecer e de interpretar as necessidades, as preocupações e as esperanças que cada homem alberga no seu coração.

Amadas irmãs e amados irmãos, formulo-vos bons votos a fim de que esta vosso Encontro produza frutos abundantes; e agradeço-vos o vosso compromisso generoso.”

“Momentos verdadeiros de Paraíso” foi como os participaram definiram o Congresso.


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