Mariápolis na Bahia: um chamado a reviver Maria

 

Os baianos tiveram um encontro muito especial no início deste mês: a tão esperada Mariápolis, realizada todos os anos pela comunidade do Movimento dos Focolares para pessoas que desejam aprofundar e conhecer o carisma da unidade.

Cerca de 350 pessoas estiveram presentes, de 28 de junho a 02 de julho, dentre elas, muitos jovens que viveram tudo com muito entusiasmo.

“A Mariápolis foi um reencontro com Jesus, pude conhecer Maria e sentir o Seu amor. Senti-me muita amada e acolhida, me senti em casa! Foram dias vividos e pessoas que conheci que levarei para sempre no meu coração. Obrigada”, escreveu uma jovem de 22 anos que participou pela primeira vez.

Esta Mariápolis teve um destaque especial pela divulgação e difusão do carisma pelos meios de comunicação de massa, como algumas entrevistas ao vivo na rádio, comunicações na internet e cartazes que possibilitaram que um número maior de pessoas tivessem contato com os Focolares e para que a Igreja se apresente cada dia mais viva e alegre por meio dos seus carismas, como o da unidade de Chiara Lubich.

Aliás, a presença da Igreja foi também um ponto alto desta Mariápolis baiana que contou com a participação de três bispos auxiliares de Salvador, Dom Estevam dos Santos Silva Filho, Dom Gilson Andrade da Silva, Dom Marco Eugênio Galrão Leite de Almeida e também do Arcebispo Dom Murilo S.R. Krieger.

Além do Arcebispo Dom Zanoni Demettino da Arquidiocese de Feira de Santana, três Sacerdotes de cidades vizinhas e três seminaristas.

Como uma grande família, a Mariápolis foi construída com a presença de muitos jovens, mas também com pessoas de todas as idades, que mesmo com mais experiência redescobriram um renovado amor ao próximo e uma nova compreensão sobre a figura de Maria em suas vidas.

“A Mariápolis foi uma intensificação do AMOR. Quero reviver Maria na doação, tentando a cada dia servir ao meu irmão, como gostaria de ser servido, isto é, colocando-me no lugar do outro. Parabenizo a organização e o espírito de desprendimento com a doação dos participantes”, nos escreveu uma senhora de 80 anos que participou pela primeira vez da Mariápolis.

Até o ano que vem!


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