“Você é a peça que não se encaixa?”

 

No último dia 25, aconteceu a 5ª edição do evento Quebra-Cabeça, realizado desde 2014 pelos adolescentes e jovens do Movimento dos Focolares , para os estados de Alagoas e Sergipe.

A edição deste ano contou com 200 adolescentes e jovens, e se realizou em Arapiraca, Alagoas, com aquele mesmo objetivo dos outros anos: mostrar aos jovens e adolescentes que cada um deles é uma peça do quebra-cabeça na construção de um Mundo Unido.

Para começar, muita música e animação, com aquela energia boa e amor circulando entre todos.

 

Então, uma breve explicação sobre o Movimento dos Focolares se seguiu, acompanhada da concretude da experiência dos jovens de Arapiraca que colocaram em prática a espiritualidade do Movimento realizando uma visita ao hospital psiquiátrico da cidade, onde puderam viver o amor ao próximo.

Depressão: tão antiga, tão atual 

Este ano o tema do Quebra-Cabeça era: “Você é a peça que não se encaixa?” e por isso os adolescentes participaram de uma palestra sobre a Depressão, uma doença muito atual, apesar de muito antiga.

Os jovens puderam interagir e fazer perguntas à palestrante. E logo após escutaram diferentes experiências de jovens que já lidaram com essas dificuldades ou puderam ajudar outras pessoas.

Depois, se dividiram em grupos para conversar sobre a temática e também sobre como viver a Regra de Ouro: “Faça aos outros aquilo que gostaria que fosse feito a você.”

Fazer a diferença pela distribuição de riquezas

À tarde, um novo tema, tão importante quanto: a má distribuição de riquezas no mundo, apresentado de uma forma bem dinâmica e com um convite aos jovens para que possam atuar concretamente para fazer a diferença nesse cenário, ao invés de apenas se lamentar.

Como parte dessa formação, os jovens viram que é preciso agir localmente, mas pensar globalmente, já que um pequeno ato de amor pode mudar o mundo se o trabalho for em conjunto.

Ao final do dia, a resposta para o tema: “Nós somos a peça que se encaixa!”, porque as diferenças trazem riquezas e formas distintas de enxergar o mundo, mudá-lo e amá-lo.

Assim, muros se transformam em pontes.

 

 


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