Respeitar a dignidade de cada próximo

 

Devemos nos ajudar a sermos pessoas cada vez melhores, mas não podemos querer que os outros sejam como nós gostaríamos que fossem.
O amor deve levar-nos a ajudar sem pretensões, a conviver sem impor regras e a aceitar e respeitar a particularidade de cada pessoa.
Para conviver eu tenho que me “fazer um” com o outro em tudo, menos no erro. Assim, posso até mesmo manter a minha opinião contrária sem ferir o outro em suas convicções ou mostrando-lhe a possibilidade de ser uma pessoa melhor.
“Fazer-se um” é atitude, é estratégia e iniciativa, com um profundo respeito pelo modo de ser e pela dignidade de quem está ao meu lado.

Apolonio Carvalho Nascimento


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