Eu procuro difundir o bem?

 

Essa pergunta deve nos levar a um profundo exame de consciência. Ela deve ser posta com relação a todos os aspectos de minha vida: na família, no exercício da profissão, nos relacionamentos de amizade, no tratamento dado a pessoas desconhecidas, na prática de minha fé.
Devo fazer-me essa pergunta quando falo, quando escrevo, quando publico algo nas redes sociais.
Devo ter o cuidado de comprovar a veracidade de tudo o que publico ou repasso através dos meios de comunicação. Pode acontecer que, pensando em fazer o bem, eu cometa uma injustiça contra uma pessoa inocente. Por exemplo: repassando a foto de alguém com uma acusação grave e sem nenhuma comprovação.
Conta-se que Felipe Neri deu como penitência, a uma mulher que confessou ter cometido uma calúnia, de pegar as penas de uma galinha, jogá-las ao vento e depois recolhê-las. Ao que ela respondeu que seria impossível. Ele lhe disse: “Da mesma forma será impossível desfazer totalmente a calúnia que você difundiu.”
Aprendamos a difundir a verdade que faz bem a todos.

Apolonio Carvalho Nascimento


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