O sofrimento do outro é meu

 

Compadecer-se da dor do outro não deve ser apenas um sentimento, deve corresponder a uma ação concreta de solidariedade e fraternidade.
O sofrimento do outro é realmente meu se me uno a ele “fazendo-me um”, colocando-me em seu lugar.
Jesus não fez de conta que assumia a nossa dor. Ele assumiu as nossas faltas e sofreu de verdade, sentiu dores extremas, correspondendo ao seu imenso amor por nós.
Da mesma maneira devo sentir a dor do outro, viver aquele momento, assumindo com ele e por ele o seu sofrimento, para que se sinta aliviado e sustentado pelo meu amor.
Uma presença amiga nessa dimensão, dá ao outro a força de suportar o sofrimento e de suplantar a sua dor vivendo o amor recíproco. O amor de Deus toca o seu coração através de mim.
Ter compaixão é ter a mesma paixão do outro, mesmo que eu passe pela dor extrema da cruz.

Apolonio Carvalho Nascimento


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