“Eu era forasteiro e me acolheste”

 

Assim como em muitos centros urbanos do nosso país, também em Ibiporã chama a atenção os muitos moradores de rua, inclusive jovens, que buscam sobrevivência com a ajuda do próximo.

Diante das palavras do Evangelho “Eu era forasteiro e me acolheste”, a comunidade do Movimento dos Focolares, contando com o apoio e o entusiasmo do pároco, iniciou um encontro bimestral com esses irmãos mais vulneráveis nas dependências da paróquia.

Com esse gesto, nasceu uma nova pastoral, a dos moradores de rua. Aos membros dos Focolares se juntaram também vários membros de outros carismas como da Renovação Carismática, Vicentinos, Fazenda da Esperança e outros leigos, compondo uma equipe ativa e animada que cuida do preparo das refeições até do empréstimo de pratos e talheres.

No último encontro preparado para esses irmãos, realizado no dia 1º de fevereiro, cerca de 40 pessoas compareceram e puderam tomar um banho quente, fazer a barba, cortar o cabelo, receber uma roupa limpa, além de um kit de higiene pessoal.

Uma oficina de pintura de mandalas tornou o ambiente mais leve e criativo, e também despertou diversos talentos. Após um delicioso almoço, uma psicóloga realizou com eles uma terapia de grupo, onde puderam compartilhar suas histórias de vida. Um casal, após se encharcar com a chuva e receber roupas secas afirmou: “vocês tratam a gente como se fossem nossos pais e mães”.

O momento final do encontro contou com a celebração dos aniversariantes e um abraço entre todos!

Na missa do centenário de Chiara Lubich, celebrada dia 22 de janeiro, o pároco disse em sua homilia: “os membros do Movimento dos Focolares agem no silêncio e são muito concretos em cuidar dos mais excluídos e sofredores da comunidade”, o que significou para nós um incentivo a continuar a viver o Evangelho por meio dessa experiência de doação.


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