Religiosos compartilham suas experiências em tempos de pandemia

 

Dentre os membros do Movimento dos Focolares também estão as novas gerações dos religiosos e das religiosas, ou seja, jovens consagrados em suas próprias congregações e que buscam viver o carisma da unidade.

Abaixo, três lindas experiências desses nossos amigos vividas nesse período de pandemia.

 

Mais forte que a pandemia 

“Talvez eu não esteja conseguindo ver Jesus em todas as pessoas com quem eu convivo, já que Jesus Abandonado tem sido um convite muito forte esses dias. Abandonar costumes, rotinas, comunidade, a casa, as pessoas que conviviam comigo, para deixar que a confiança que eu tenho no amor d’Ele possa guiar meus passos a fim de ajudar outros que estão abandonados ou que estão me ajudando a viver mais na Sua santa Vontade.

O sentimento de Unidade com as pessoas é muito grande, é o que mais me encoraja: sentir que essa Unidade não necessita de presença, mas é uma força interior muito mais forte.  A unidade do Carisma, da oração, é muito mais forte do que qualquer medo, qualquer pandemia.

Tenho dentro de mim um sentimento de gratidão muito grande, de muita vontade de ajudar, de colaborar e de ser presença através desse Corpo místico de Cristo!”

(Lidiane Madalena, das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada).

 

Unidas na oração

“Para mim e as consagradas da minha ordem têm sido um momento de estreitar laços. Não sei se todos sabem, mas no Ordo Virginum é possível que moremos em casas separadas, ou seja, não é uma prerrogativa que habitemos em uma mesma casa.

Com isso, tirando os momentos de encontro e formação, costumamos fazer as orações separadamente. Neste momento, em que todas estamos em isolamento, sentimos a necessidade de realizarmos ao menos as orações das Laudes e Vésperas juntas, pelo zoom. Tem sido uma bela experiência, na qual aproveitamos também para partilhar a vida e, vendo as necessidades de cada uma e dos nossos mais próximos, ver oportunidades de nos ajudar reciprocamente.”

(Ellen Surer, da Ordem das Virgens da Arquidiocese de Brasília)

 

Carisma da esperança

“Sentimos em nossos corações que, como Carisma da Esperança, precisamos acolher os moradores de rua que estão desprotegidos dessa loucura que vivemos (coronavírus, isolamento social, fome, cidades vazias…).

Terminando o período formativo no qual sou responsável em nosso regional, a nossa casa ficou vazia e foi colocada à disposição para acolher, por 15 dias (período de isolamento e manifestação da doença), esses irmãos necessitados (depois serão enviados para outras casas ou a unidades da Obra).

Então me coloquei à disposição para morar com eles nesse tempo.

Era um sonho de tempos fazer essa experiência. Tudo indica que dará certo. Sem sombras de dúvidas isso é fruto desse Jesus Abandonado a quem um dia me consagrei!”

(Rafael Antunes, da Família da Esperança)

 

 


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