O projeto – A Economia de Comunhão (EdC) surgiu em maio de 1991, após uma visita de Chiara Lubich ao Brasil, como uma resposta concreta ao problema social e ao desequilíbrio econômico, do nosso país e do capitalismo em geral.

Dirigida primariamente às empresas, a proposta foi colocar em comum a riqueza produzida e fundamentar a dinâmica operacional sobre a comunhão e a fraternidade. Atualmente centenas de empresas, no mundo inteiro, inspiram-se na EdC, ao adotar uma governança centralizada na fraternidade, partilhando a riqueza produzida.

Os polos industriais 

Típico da Economia de Comunhão é suscitar o surgimento dos chamados “polos industriais”, inseridos nas Mariápolis permanentes, pequenas “cidades de testemunho” do Movimento dos Focolares. Os polos construídos nestes anos (três no Brasil, e ainda na Argentina, Itália, Croácia, Bélgica e Portugal), estão mostrando uma economia onde produzir e trabalhar são, igualmente, expressões autênticas da lei evangélica do amor mútuo.

Objetivo 

O projeto, na sua totalidade, tem como objetivo apresentar uma porção de humanidade “sem indigentes”, ativando a reciprocidade em vários níveis: criando postos de trabalho a fim de incluir os excluídos do sistema econômico e social, difundindo uma “cultura da partilha” e da comunhão, suscitando iniciativas educativas e culturais, e intervindo em situações de emergência, com ajudas concretas e projetos de desenvolvimento, conduzidos em colaboração com a Ong AMU (Ação Mundo Unido). Tudo como aplicação e desenvolvimento da primeira intuição de Chiara, a divisão dos lucros em três partes.

A reflexão cultural 

Desde o início a reflexão cultural – teses, artigos, monografias, encontros acadêmicos – acompanhou a experiência concreta, a dimensão vital seguiu ao lado dos estudos, dando lugar a uma reciprocidade entre teoria e práxis que constitui um dos aspectos mais característicos da EdC.

Site oficial: história, dados, cultura e notícias atualizadas podem ser encontradas no site www.edc-online.org