Chiara Lubich sempre acreditou no potencial dos jovens para protagonizar grandes ideais. Não é à toa que eles estão à frente de grandes conquistas políticas, sociais e culturais no Brasil e no mundo.

Aqui no nosso País, a desigualdade social e os problemas políticos impulsionam muitos deles a viver uma experiência diferente em um dos centros do Movimento dos Focolares, na Mariápolis Ginetta. A Escola de Jovens por um Mundo Unido recebe jovens comprometidos em mudar o mundo, para um semestre de formação espiritual e humana, onde compartilham experiências de fraternidade.

A Escola de JPMU é um reflexo da juventude do Movimento dos Focolares no Brasil, sempre ativa. Os animadores desses jovens, são os Gen (Geração Nova), jovens que vivem o carisma da unidade enquanto uma verdadeira vocação.

História

Em 1967, Chiara Lubich, com o lema “Jovens de todo o mundo, uni-vos!”, colocou as bases para a constituição dos movimentos juvenis. No ano seguinte nascia o Movimento gen e em 1985, como irradiação deste, os Jovens por um Mundo Unido.

Pertencem a diversas denominações cristãs, a várias religiões, ou não professam nenhuma crença religiosa, mas são todos ligados pelo desejo de construir o mundo unido, fazer com que a humanidade seja, cada vez mais, uma só família, no respeito pela identidade de cada um.

Percorrem todos os caminhos possíveis para construir a fraternidade universal, a fim de sanar as divisões existentes nas famílias, entre as gerações e entre os diversos grupos sociais.

Estão empenhados em campanhas internacionais de apoio à paz e à fraternidade, em manifestações públicas, locais ou mundiais – como os Genfest e a Semana Mundo Unido – nos quais testemunham que é possível viver como irmãos – assim como se comprometem como protagonistas de simples gestos de solidariedade e diálogo com quem está perto deles cada dia: pessoas necessitadas ou marginalizadas, amigos ou familiares. Em cada próximo procuram enxergar um irmão a ser acolhido.

Sabem que a unidade na qual acreditam, e pela qual se empenham, não é apenas um projeto humano, mas o desígnio de Deus sobre a humanidade (“Para que todos sejam uma coisa só”, Jo, 17,21).

 

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